Durante este ano, assinalarei aqui acontecimentos importantes do reinado de Dom Dinis, à medida que forem acontecendo os respetivos aniversários, assim como transcreverei excertos do meu romance sobre o Rei Lavrador.

15
Out 16

DinisQuadro.jpg

 

História Universal da Literatura Portuguesa

 

Em Outubro de 1323 (não se sabe em que dias) reuniram-se Cortes em Lisboa, a pedido do infante Dom Afonso, o herdeiro de Dom Dinis. Nstas Cortes reacendeu-se a guerra civil, que já se dera por terminada, uma guerra que tinha a sua origem nos desentendimentos entre o rei e o seu herdeiro.

 

O infante Dom Afonso exigia, entre outras coisas, que fosse retirado a seu meio-irmão Afonso Sanches o cargo de mordomo-mor, assim como as terras e dinheiros que o pai de ambos lhe havia doado. As suas pretensões foram, porém, desleixadas, enquanto se tratou de outros assuntos, o que acabou com a paz frágil que fora negociada entre pai e filho em Leiria, no ano anterior. A seguir ao cerco a Coimbra, essa paz tinha sido possível através da mediação da rainha Dona Isabel e do conde Dom Pedro de Barcelos.

 

Deixo-vos com um excerto do meu romance relativo às Cortes de Lisboa, quando o príncipe herdeiro viu os seus desejos ignorados pelos pares do reino, sem que seu pai interviesse a seu favor:

 

Ninguém abriu a boca. Mas Dinis arrependeu-se daquele procedimento em relação ao príncipe. Apesar de Afonso se manter digno, a humilhação era enorme, principalmente perante a notória satisfação dos meios-irmãos. Naquele instante, o rei apercebeu-se de que havia exagerado na sua proteção e no seu favorecimento dos bastardos.

Não podia, porém, voltar atrás, dando o dito por não dito e, por isso, nada fez para impedir que o seu herdeiro voltasse as costas àquela assembleia.

No fim daquele dia, o rei foi informado que o príncipe deixara a cidade e, passado duas semanas, soube que juntava os seus partidários em Santarém, planeando marchar sobre Lisboa, a fim de se apoderar do trono à força!

Era a rutura total. Embora Isabel não o dissesse, Dinis sabia que ela o considerava responsável pela situação. Ele próprio assim se sentia. A rainha recolheu-se novamente em jejuns e penitências, recusando falar com o consorte que, não obstante o arrependimento, não podia deixar de defender o seu trono. Passou o mês de Novembro a organizar um exército, formado principalmente pelos combatentes do concelho de Lisboa.

A questão decidir-se-ia numa batalha em campo aberto, onde não existiria lugar para piedades nem perdões. As tropas digladiar-se-iam até haver um vencedor.

Os exércitos aquartelaram-se na zona do campo de Alvalade.

 

 

 

Dom Dinis Série (1).JPG

 

 

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publicado por Cristina Torrão às 11:02

01
Jul 16

Afonso IV Selo.jpg

 

 

 

 

 

Imagem daqui

 

 

 

 

A 1 de Julho de 1320, Dom Dinis apresentou o seu primeiro manifesto contra a revolta do filho, o futuro Dom Afonso IV. Durante a guerra civil, que se verificou entre o Rei Lavrador e o seu herdeiro, Dom Dinis apresentou três manifestos.

 

Este primeiro manifesto foi lido nos paços reais da alcáçova de Santarém e incluía várias queixas que o rei tinha contra o filho, acusando-o de ingratidão. Porém, o mais importante foi a apresentação de provas documentais, desmantelando duas acusações graves que o infante fizera: de que seu meio-irmão Afonso Sanches o tinha mandado envenenar e de que o pai preparava o seu afastamento do trono, para o que já tinha pedido ao papa a legitimação de seu filho ilegítimo, o mesmo Afonso Sanches.

 

Alguns momentos marcantes da guerra civil de 1320/25:

 

- Em Março de 1321, partidários do príncipe assassinaram Dom Geraldo bispo de Évora, junto da Igreja de Santa Maria de Estremoz. Dom Geraldo estava, desde 1317, autorizado a excomungar os adversários do rei.

 

- Em Abri de 1321, o príncipe Dom Afonso assumiu o controlo de Leiria e a 15 de Maio, Dom Dinis apresentou, em Lisboa, o segundo manifesto contra o filho e seus partidários.

 

- No Verão de 1321 (altura do desterro de Dona Isabel em Alenquer, por Dom Dinis a acusar de pactuar com o filho) o príncipe Dom Afonso tentou conquistar Santarém e Tomar, sem o conseguir (a alcáçova de Santarém é recuperada por Dom Dinis e o Mestre da Ordem de Cristo fechou a fortaleza de Tomar ao infante).

 

- Em Setembro de 1321, Jaime II de Aragão, cunhado de Dom Dinis, envia Frei Sancho a Portugal, a fim de reconciliar o pai com o filho, mas o prelado nada pôde fazer.

 

- A 9 de Dezembro de 1321, houve um grande terramoto em Lisboa, interpretado como castigo de Deus pelos desentendimentos entre pai e filho.

 

- A 17 de Dezembro de 1321, Dom Dinis apresentou o terceiro manifesto, em que desnaturava o filho e considerava traidores quantos o seguissem.

 

- A 31 de Dezembro de 1321, o príncipe Dom Afonso apoderou-se de Coimbra, cidade que Dom Dinis cercou a 7 de Março de 1322.

 

- Em Janeiro de 1322, Dom Dinis recuperou Leiria e castigou duramente os traidores, que tinham fugido para o mosteiro de Alcobaça. Nesta altura, o infante Dom Afonso ocupou os castelos de Montemor-o-Velho, Feira e Vila Nova de Gaia e a cidade do Porto, onde se lhe juntou o conde Pedro de Barcelos (seu meio-irmão).

 

- Em Maio de 1322, há um acordo de paz em Leiria. Dom Dinis foi acometido de doença grave à sua chegada a Lisboa e fez segundo testamento. O seu estado melhorou no início de 1323, mas a paz foi quebrada depois das Cortes de Lisboa em Outubro deste ano, com Dom Afonso decidido a apoderar-se à força do trono, conquistando Lisboa. Por intervenção de Dona Isabel, não chegou a travar-se a batalha no campo de Alvalade (ou, segundo José Mattoso, no lugar chamado Albogas, perto de Loures).

 

Isabel - Batalha Alvalade.jpg

 Dona Isabel na Batalha de Alvalade

 

De nada adiantava mandar emissários, depois da humilhação nas Cortes de Lisboa, Afonso tudo faria para se apossar do trono! A batalha era inevitável.

Dinis sabia que fora longe demais. Mas que força o impedia de se entender com o seu próprio herdeiro? Teria inconscientemente guiado os acontecimentos de maneira a que Afonso Sanches lhe pudesse suceder? A verdade é que ele próprio se via incapaz de responder a esta pergunta. Lembrou-se do neto Pedro, que tanto o encantara em Frielas, mas também Afonso Sanches tinha um filho que já fizera nove anos e que igualmente o cativava…

Naquela noite, véspera da batalha, Dinis mortificava-se. Estava a ir contra a vontade de Deus, chefiando um combate contra o seu único filho legítimo? O rei não conseguia adormecer, novamente atacado por tonturas, dores de cabeça e suores. Tornaria a adoecer? Finar-se-ia ainda antes de se dar o combate?

Deus que decidisse! Nada mais lhe restava que não fosse confiar na força divina. Desejou um milagre. Sabia que Isabel rezava, recolhida no seu paço, depois de semanas de penitências rigorosas. Conseguiria ela provocar um milagre?

 

 

Cover neu3 Dom Dinis 100.jpg

 

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publicado por Cristina Torrão às 11:25

20
Jun 16

DinisCoimbra.jpg

 

 

 

 

 

Pormenor da estátua de Dom Dinis, em Coimbra

 

 

 

 

A 20 de Junho de 1322 Dom Dinis foi acometido de doença grave, dois anos e meio antes da sua morte. «Um ligeiro ataque vascular-cerebral ou um pequeno ataque cardíaco?», pergunta-se o autor da biografia de Dom Dinis (Temas e Debates, 2008), José Augusto Pizarro.

 

O rei Lavrador tinha, nesta altura, sessenta e um anos e nunca tinha estado verdadeiramente doente. Encontrava-se, porém, numa fase muito desgastante da sua vida, que inclusive lhe terá acelerado a morte: a guerra civil contra o seu próprio filho e herdeiro. Esta doença verificou-se aliás depois do cerco a Coimbra, que implicou duros combates. Através da mediação da rainha Dona Isabel e do conde de Barcelos Pedro Afonso (filho ilegítimo de Dom Dinis), o rei assinou as pazes com o infante, mas, no seu regresso a Lisboa, sentiu-se mal.

 

O estado de Dom Dinis melhorou no início do ano seguinte, mas as pazes com o filho foram de pouca dura. O acordo seria quebrado em Outubro de 1323, depois das Cortes de Lisboa. A guerra entraria na sua última fase, com a Batalha de Alvalade, mas dedicar-me-ei ao assunto na altura própria. Para já, um excerto do meu romance, quando já não havia entendimento possível entre pai e filho:

 

De nada adiantava mandar emissários, depois da humilhação nas Cortes de Lisboa, Afonso tudo faria para se apossar do trono! A batalha era inevitável.

Dinis sabia que fora longe demais. Mas que força o impedia de se entender com o seu próprio herdeiro? Teria inconscientemente guiado os acontecimentos de maneira a que Afonso Sanches lhe pudesse suceder? A verdade é que ele próprio se via incapaz de responder a esta pergunta. Lembrou-se do neto Pedro, que tanto o encantara em Frielas, mas também Afonso Sanches tinha um filho que já fizera nove anos e que igualmente o cativava…

Naquela noite, véspera da batalha, Dinis mortificava-se. Estava a ir contra a vontade de Deus, chefiando um combate contra o seu único filho legítimo? O rei não conseguia adormecer, novamente atacado por tonturas, dores de cabeça e suores. Tornaria a adoecer? Finar-se-ia ainda antes de se dar o combate?

Deus que decidisse! Nada mais lhe restava que não fosse confiar na força divina. Desejou um milagre. Sabia que Isabel rezava, recolhida no seu paço, depois de semanas de penitências rigorosas. Conseguiria ela provocar um milagre?

 

Cover neu3 Dom Dinis 100.jpg

 

O meu romance sobre Dom Dinis está à venda sob a forma de ebook na LeYa Online, na Wook e na Kobo.

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publicado por Cristina Torrão às 11:49

08
Mai 16

DinisCoimbra.jpg

 

Faz hoje 718 anos que Dom Dinis tomou uma medida inédita: pela primeira vez, um monarca português outorgou um título simbólico a um fidalgo, o título de conde, sem estar ligado à sua função original: a de ser governante de um vasto território. Tratava-se apenas de um título de prestígio.

 

A 8 de Maio de 1298, Dom Dinis outorgou a carta de doação da vila de Barcelos «por serviço que me fez dom João Afonso [Telo] e porque o fiz conde».

 

Dom João Afonso Telo era um nobre leonês, senhor do castelo de Albuquerque, mas com ligações familiares a Portugal. Tornou-se grande amigo de Dom Dinis, exercendo atividades diplomáticas em nome da Coroa portuguesa. O Rei Lavrador decidiu recompensá-lo, dando-lhe o título de conde de Barcelos, mas de poder muito limitado, já que se confinava à vila de Barcelos. Este modo de proceder estava de acordo com a política de Dom Dinis de restringir o poder da nobreza, concentrando-o na Coroa.

 

publicado por Cristina Torrão às 11:08

03
Jan 16

 

 

 

Constança 1.jpg

 (sobre a imagem, ver nota no final)

 

A 3 de Janeiro de 1290 nasceu a infanta Dona Constança de Portugal, a primeira filha de Dom Dinis e de Dona Isabel. O casal teve apenas mais um filho, o futuro rei Dom Afonso IV, que nasceu cerca de um ano mais tarde.

 

Apesar de nascida em berço de oiro e se ter tornado rainha, a infanta Dona Constança não terá sido muito feliz na sua curta vida, como acontecia a muitas donzelas da época medieval. Foi obrigada a separar-se dos pais com apenas sete anos, por ocasião do Tratado de Alcañices, a 12 de Setembro de 1297, pois estava prometida em casamento ao rei Fernando IV de Leão e Castela. Em casos destes, era habitual que a noiva fosse criada pelos sogros.

 

Fernando IV tinha apenas doze anos, à altura do Tratado de Alcañices, mas era rei por morte de seu pai Sancho IV. Sua mãe, Maria de Molina, exerceu a regência durante a sua menoridade.

 

Fernando IV e Maria de Molina.jpg

 

 

 

Fernando IV e sua mãe Maria de Molina, Pintura de Antonio Gisbert Pérez, 1863.

 

 

 

 

O casamento foi celebrado em Janeiro de 1302, tinha a noiva doze anos e o noivo dezassete. Fernando IV, porém, morreria subitamente dez anos mais tarde. Constança escreveu aos pais a pedir proteção para o filho Afonso, o novo rei, de apenas um ano.

 

A cena política de Castela agitou-se, despertando lutas pela sucessão do trono. Levantava-se o problema da tutoria do pequeno rei e da regência do reino e a situação tornou-se insuportável para a frágil rainha, incapaz de lidar com as intrigas. Passou uma fase muito confusa, cortando inclusivamente relações com a sogra.

 

Sobre isto, dois excertos do meu romance:

 

No início do Outono, chegou à corte um apelo desesperado de Constança. O pequeno rei, de apenas dois anos, encontrava-se em Toro com a avó, que, ofendida com a nora, a proibia de ver o filho! No seu desespero, Constança suplicava o apoio do pai para levar o tio Juan a exigir a custódia completa do filho, contra Maria de Molina!

Dinis censurou Isabel por haver arrastado a filha para o tio aragonês e a rainha, mortificada, escreveu a Constança, pedindo-lhe que viesse ter com eles. A filha, porém, respondeu que tentaria fazer as pazes com a sogra, esperando que esta a autorizasse a entrar em Toro

Toro.

 

 

- Que se passa?

Isabel respondeu num sussurro:

- Tive um sonho…

- Um pesadelo?

- Não sei… Uma mensagem… Ou uma premonição…

Mais uma? Dinis fez esforço por vencer o enfado, pois haveria uma razão forte que a trouxera ali, numa noite tão fria. Acabou por dizer:

- Sentai-vos e contai-me o que vos atormenta!

Isabel obedeceu. Depois de pousar a vela sobre a mesinha ao lado da cama, iniciou o seu relato:

- Há cerca de uma semana, andando para os lados da Azambuja, deparei com um eremita à beira da estrada. Parecia muito perturbado e eu desmontei da minha mula e perguntei-lhe se havia mister do meu auxílio. Ele não respondeu, limitou-se a fixar-me numa tristeza infinita. Já tratei de muitos enfermos e assisti a muitas aflições, mas nunca vira olhos tão tristes. Insisti na minha pergunta. Depois de me fixar durante mais alguns momentos, ele abanou a cabeça e afastou-se de mim sem uma palavra.

Isabel baixou a cabeça e prosseguiu:

- Não mais olvidei aquele olhar. Passado uns dias, tornei ao local, a fim de o procurar. Mas não o encontrei. Perguntei por ele nas aldeias da região, descrevendo-o o melhor que podia. Ninguém parecia conhecê-lo. Indicaram-me alguns eremitas que por ali viviam e fui ter com eles. Mas nenhum era o que eu havia visto. O homem parecia ter-se esfumado, ou sido engolido pela terra… Tentei olvidá-lo. Mas hoje…

Começou a tremer mais violentamente:

- Sonhei com ele…

- Ora, ficastes impressionada com a sua figura…

- No sonho, ele falou comigo. E disse-me… - Olhou-o, muito trágica: - Que Constança havia morrido!

 

Constança faleceu a 18 de Novembro, com apenas 23 anos, vítima de uma febre que a levou em três dias. Sem ter feito as pazes com a sogra, sem ver os pais uma última vez, nem sequer o filho de dois anos.

 

 

Também a 3 de Janeiro, mas no ano de 1312, dá-se um acontecimento, à primeira vista, corriqueiro, mas que se revelaria de importância, pois avolumou as discórdias entre Dom Dinis e o seu herdeiro, o infante Dom Afonso: a sentença do tribunal régio no processo dos herdeiros do 1º conde de Barcelos, Dom João Afonso Telo.

 

A sentença favoreceu Afonso Sanches, um dos genros do falecido e filho ilegítimo de Dom Dinis, que é nomeado mordomo-mor do pai. O outro genro, Dom Martim Gil de Riba de Vizela, apesar de ter sucedido ao sogro no título, tornando-se no 2º conde de Barcelos, foi muito prejudicado nas partilhas. A sentença chocou-o tanto, que se exilou em Castela, morrendo antes do fim do ano. O seu testamento referia que nenhum dos seus bens fosse parar às mãos do cunhado Afonso Sanches, o que, por decisão régia, acabaria por acontecer!

 

O escandaloso favorecimento do filho bastardo Afonso Sanches, por parte de Dom Dinis, terá sido uma das razões para a revolta do príncipe herdeiro Afonso, revolta que desembocou numa guerra civil, amargurando os últimos anos de vida do rei Poeta e Lavrador.

 

Afonso IV Selo.jpg

 

 

 

Dom Afonso IV, filho de Dom Dinis

 

 

 

 

 

 

 

Nota em relação à primeira imagem: não encontrei nenhuma representação de Dona Constança. Deparei, nas minhas pesquisas, com esta imagem de Sansa Stark, uma personagem d'As Crónicas de Gelo e Fogo, de George R. R. Martin. Decidi usá-la porque se aproxima muito da Constança que descrevo no meu romance D. Dinis, a quem chamaram o Lavrador.

publicado por Cristina Torrão às 12:26

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As minhas informações sobre Dom Dinis são baseadas na biografia escrita pelo Professor José Augusto de Sotto Mayor Pizarro (Temas e Debates 2008)
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