Durante este ano, assinalarei aqui acontecimentos importantes do reinado de Dom Dinis, à medida que forem acontecendo os respetivos aniversários, assim como transcreverei excertos do meu romance sobre o Rei Lavrador.

04
Dez 16

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Dom Afonso III na Viagem Medieval de Santa Maria da Feira 2015

 

 

Em Dezembro de 1245, Dom Afonso Conde de Bolonha desembarcou em Lisboa, a fim de tomar conta do reino, caído em desordem sob a regência de seu irmão Dom Sancho II. Dom Afonso, que vivia em França há vários anos, satisfazia assim o pedido de uma delegação portuguesa que se deslocara a Paris em busca de ajuda. Possuía o apoio dos concelhos do Centro e do Sul e dos castelos de Santarém, Alenquer, Torres Novas, Tomar e Alcobaça.

 

Seguiu-se uma guerra civil, que acabou com a deposição de Dom Sancho II.

 

Dom Afonso, o terceiro desse nome, seria o pai de Dom Dinis. O seu irmão Sancho morreu no exílio, em Toledo, a 4 de Janeiro de 1248.

 

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Dom Sancho II

 

 

 

 

 

 

O meu romance sobre Dom Dinis está à venda sob a forma de ebook, por exemplo, na LeYa Online, na Wook, na Kobo e na Amazon (pagamento em euros); Amazon (pagamento em dólares).

 

No Brasil, está disponível na Livraria Saraiva e na Livraria Cultura.

Para adquirir a versão em papel, contacte-me através do email andancas@t-online.de.

 

 

 

publicado por Cristina Torrão às 10:54

09
Out 16

 

 Verifica-se hoje o 755º aniversário de Dom Dinis.

 

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A 9 de Outubro de 1261, nascia o segundo filho do rei Dom Afonso III e da rainha Dona Beatriz, o príncipe herdeiro, pois sua irmã mais velha, a infanta Dona Branca, sendo mulher, só seria considerada na linha de sucessão em situações de emergência .

 

Dom Afonso III, que vivera vários anos na corte francesa, protegido por sua tia Branca de Castela, rainha de França por casamento, resolveu dar ao seu herdeiro o nome do Santo francês.

 

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Imagem: História Universal da Literatura Portuguesa

 

À altura do seu nascimento, Dom Dinis era, na verdade ilegítimo, já que o casamento dos pais ainda não havia sido reconhecido pela Igreja - sobre este assunto, ver o post sobre o casamento de seus pais.

 

Além da infanta Dom Branca, Dom Dinis teve mais cinco irmãos:

 

Infante Dom Afonso, nascido a 6 de Fevereiro de 1263

Infanta Dona Sancha, nascida a 2 de Fevereiro de 1264 (morreu com cerca de vinte anos)

Infanta Dona Maria, nascida em Fevereiro ou Março de 1265 (morreu com pouco mais de um ano)

Infante Dom Vicente, nascido a 22 de Janeiro de 1268 (morreu ainda criança)

Infante Dom Fernando, nascido em 1269, morrendo pouco tempo depois.

 

 

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publicado por Cristina Torrão às 10:20

06
Set 16

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Em Portugal viviam-se, à altura, tempos agitados, com Sancho II a não conseguir evitar o caos provocado por contestações da nobreza e do clero. A situação atingira tal ponto, que altos dignitários do clero português se haviam apresentado em França ao pai de Dinis, vendo-o como única solução para restabelecer a ordem. Lograram obter o apoio do papa Inocêncio IV, que, numa bula, declarou Sancho II rex inutilis. Estava traçado o caminho que haveria de levar Afonso III ao trono, depois de uma guerra civil que culminou com a morte do irmão no exílio, em Toledo.

 

A 6 de Setembro de 1245, uma delegação portuguesa jurou, em Paris, obediência ao conde de Bolonha, futuro rei Dom Afonso III, pai de Dom Dinis.

 

Na verdade, o pai de Dom Dinis não estava destinado a ser rei, pois era mais novo do que o irmão Sancho. Porém, durante o reinado de Dom Sancho II, instalou-se a confusão no reino e a delegação que se dirigiu a Paris exigia justiça e a imposição da ordem, apelando ao irmão do monarca. A 24 de Julho, o papa Inocêncio IV emitiu a bula de deposição de Sancho II, Grandi non immerito, em que o soberano foi considerado rex inutilis.

 

O futuro Dom Afonso III jurou respeitar as liberdades da igreja, mas, na verdade, envolveu-se numa série de conflitos com o clero, foi inclusive acusado de adultério e incesto ao casar-se com Dona Beatriz de Castela. A situação culminou com o interdito em Portugal, lançado por Alexandre IV em Maio de 1255.

 

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publicado por Cristina Torrão às 10:46

30
Jun 16

A 30 de Junho de 1290, foi levantado um interdito a que o reino de Portugal esteve sujeito desde 1267. Dom Dinis herdou assim um reino sob interdito, o que proibia sacramentos (incluindo casamentos e batizados) e realização de missas, devido aos conflitos entre seu pai Dom Afonso III e o clero.

 

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Dom Dinis na sua corte (ignoro qual o autor desta imagem)

 

Dom Dinis começou a reinar a 16 de Fevereiro de 1279, mas foram longas e difíceis as negociações com a Santa Sé, até o papa Nicolau IV decretar o fim do interdito, em 1290.

 

E naquele Estio (1290), festejou-se na corte portuguesa um grande acontecimento: Nicolau IV levantou, a 30 de Junho, o interdito a que o reino estivera sujeito mais de vinte anos!

Podiam finalmente abrir-se as igrejas, celebrar-se os Ofícios Divinos, proceder-se aos sacramentos, tudo coisas que, para uma grande parte da população, não passavam de memórias longínquas, para não falar dos que nunca haviam assistido a tais procedimentos. Haviam-se desenvolvido cultos populares que se misturavam com ritos pagãos.

Curiosamente, Isabel interessava-se muito por esses cultos, fazia inclusive planos de, nas vilas que lhe pertenciam, integrar alguns nas celebrações oficiais da Igreja. A rainha era sensível a tudo o que fosse espiritual, sentia-se responsável pela salvação das almas das populações e tencionava supervisionar pessoalmente a reorganização das igrejas locais. Porém, Dinis proibiu-a de deixar a corte antes do nascimento do segundo filho, ao que a rainha obedeceu, continuando a presidir a reuniões com o clero responsável pelas vilas, não se cansando de dar ordens e orientações.

 

Deixo-vos com mais um excerto do meu romance, um diálogo entre Dom Dinis e seu pai Dom Afonso III, pouco tempo antes da morte deste. Dom Dinis tinha dezasseis anos:

 

- Eu sei, filho, eu sei. Conheço-te bem, tens bom coração. - Observou-o com carinho e disse depois: - Não olvides, porém, de exercer a tua autoridade, mesmo quando o coração ameaça amolecer-te. Não te deixes vencer por fidalgos que têm a mania que mandam mais do que o rei! Rodeia-te de gente competente, de confiança, capaz de te dar as melhores informações quanto ao que se passa em todos os cantos do reino. E vai a todo o lado, mostra-te!

- Sim, senhor meu pai.

O monarca insistia nas lições do costume:

- O primeiro grande dever de um soberano é a justiça, que abre o caminho à paz! E, para melhor a aplicar, é essencial saber a verdade, que se consegue por meio de inquiridores. As inquirições apresentam-te os factos, dão-te a verdade!

Apesar de já ter ouvido tal várias vezes, Dinis manteve-se paciente, enquanto o pai fazia uma pausa, para depois prosseguir:

- O rei é a autoridade suprema. Tudo o que, em matéria de justiça, suscite dúvidas, deve passar pela corte! Encoraja as apelações, a todos deve assistir a possibilidade de apelar a el-rei, sempre que haja negligência por parte dos juízes locais. E a base de tudo isto, o alicerce sobre o qual constróis a tua autoridade, é a escrita! O que se passa e o que se ouve esvai-se da nossa mente… A não ser que seja retido pela escrita, eternamente figurado na memória dos homens!

 

 

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publicado por Cristina Torrão às 11:19

19
Jun 16

A 19 de Junho de 1263, o papa Urbano IV atendeu às solicitações do clero português: levantou o interdito que imperava sobre o nosso reino e legitimou o consórcio de Afonso III.

 

À data do seu casamento com Dona Beatriz de Castela, o pai de Dom Dinis era ainda casado com Matilde de Boulogne, pelo que foi acusado de bigamia pelo papa Alexandre IV, que, dois anos mais tarde, lançaria o interdito sobre Portugal. A complicada situação resolveu-se com a morte inesperada de Matilde.

 

Para mais informações sobre este assunto, consultar este meu post.

 

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publicado por Cristina Torrão às 11:36

03
Jun 16

Terá sido em Junho do ano de 1278 que Dom Afonso III armou seu filho e herdeiro, o infante Dom Dinis, de dezasseis anos, cavaleiro, atribuindo-lhe, de seguida, casa autónoma. Dom Afonso III estava já bastante doente e sabia-se que não viveria muito mais tempo.

 

A este propósito, um excerto do meu romance:

 

Dom Afonso III tratara da entrega do testemunho durante todo aquele ano de 1278. Dinis fazia parte de uma comissão que regia o reino e que incluía o mordomo-mor João Peres de Aboim e o chanceler Estêvão Anes, aliás, sob a supervisão da rainha Dona Beatriz. O velho rei armara o filho cavaleiro, oferecendo-lhe uma belíssima espada, enfeitada no punho com duas esmeraldas e dois cristais e contendo na bainha dezasseis rubis e catorze safiras. Atribuíra-lhe igualmente casa autónoma, ou seja, cavaleiros vassalos próprios, assim como vários escudeiros, copeiro-mor, escanção-mor e reposteiro-mor, este último, responsável pelo património do príncipe.

(…)

Dinis recebeu ainda joias, pedras preciosas, tecidos finos e objetos de prata, como escudelas, trinchantes, pichéis, vasos e copos.

(…)

No Outono em que o príncipe completou dezassete anos, o estado de Dom Afonso III piorou.

 

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publicado por Cristina Torrão às 11:08

20
Mai 16

João XXI.jpgImagem Wikipedia

 

A 20 de Maio de 1277, morreu o único papa português, João XXI, de acidente, em Viterbo.

 

Dom Dinis, de dezasseis anos, ainda não era rei, seu pai Dom Afonso III só morreria quase dois anos mais tarde, a 16 de Fevereiro de 1279. Mas o rei Lavrador terá conhecido João XXI, antigo deão da Sé de Lisboa.

 

Transcrevo uma pequena cena do meu romance, relativa à morte do papa português:

 

- O senhor vosso pai pede-vos que volvam a Lisboa! Acabou de receber a notícia do passamento de Sua Santidade o papa João XXI.

- Mestre Pedro Julião finou-se? - surpreendeu-se Dinis.

O antigo deão da Sé de Lisboa, conhecido no estrangeiro como Pedro Hispano, estudara Artes em Paris e Medicina em Montpellier. Escrevera várias obras sobre Teologia e outros campos do saber e passara temporadas na cúria papal, tornando-se físico do papa Gregório X, a quem sucedera. Ainda não era velho, nem se lhe conhecia enfermidade:

- Mas como pode tal haver sucedido?

- Foi um acidente, em Viterbo - respondeu o mensageiro. - O Santo Padre inspecionava umas obras de uma nova ala que mandara edificar no palácio dos papas, quando uma parte do edifício desabou.

 

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O meu romance sobre Dom Dinis pode ser adquirido na forma de ebook na LeYa Online e na Wook.

publicado por Cristina Torrão às 11:24

04
Mai 16

Afonso III.jpg

 

 

Dom Afonso III na Viagem Medieval de Santa Maria da Feira 2015

 

 

Também o avô de Dom Afonso IV, Dom Afonso III, casou no mês de Maio, não se sabendo o dia e sendo a noiva igualmente infanta Dona Beatriz de Castela! Foi cinquenta e seis anos antes, em 1253, a noiva teria apenas onze anos, o noivo ia pelos quarenta.

 

Este casamento surgiu na sequência de um Tratado de Paz entre Portugal e Castela por causa da questão do Algarve, mas implicou problemas muito graves: Dom Afonso III foi acusado de bigamia pelo papa Alexandre IV, que, dois anos mais tarde, lançaria o interdito sobre Portugal. Um reino sob interdito estava proibido de celebrar missas e sacramentos (incluindo casamentos e batizados), situação que durou quase dez anos.

 

A razão para medida tão severa: à altura do seu casamento com Dona Beatriz, Dom Afonso III era ainda casado com Matilde de Boulogne. Dom Afonso III tinha ido ainda jovem para a corte francesa, que se encontrava sob a regência de sua tia Branca, antiga infanta de Castela. Em 1239, a tia arranjou-lhe casamento com a viúva Matilde de Boulogne, bastante mais velha do que ele, mas filha única da condessa Ida e herdeira daquele condado.

 

Seis anos mais tarde, porém, Dom Afonso regressou sozinho a Portugal, a fim de tomar conta do reino mal governado por seu irmão. Em 1253, já coroado rei, e no intuito de pôr fim ao conflito com o monarca castelhano por causa do Algarve, casou com Beatriz, ignorando Matilde por completo, de quem vivia separado há oito anos.

 

O rei chegou ao ponto de ignorar uma ordenação papal para se apresentar em Roma, a fim de ser julgado por bigamia, mas o problema resolveu-se com a morte inesperada de Matilde. No entanto, só passados cinco anos, em Junho de 1263, um novo papa, Urbano IV, legitimou o segundo consórcio do monarca, levantando o interdito sobre o reino.

 

À altura do seu nascimento, a 9 de Outubro de 1261, Dom Dinis era, no fundo, ilegítimo e este argumento foi usado por seu irmão Afonso, quando, pela terceira vez, se revoltou contra o rei, em 1299, obrigando Dom Dinis a montar cerco a Portalegre. Dom Afonso alegava ter mais direito ao trono do que o irmão mais velho, por ter nascido numa data mais próxima da legalização do casamento dos pais (a 6 de Fevereiro de 1263).

 

Dom Afonso III e Dona Beatriz tiveram sete filhos:

 

Infanta Dona Branca, nascida em Fevereiro de 1259

Dom Dinis, nascido a 9 de Outubro de 1261

Infante Dom Afonso, nascido a 6 de Fevereiro de 1263

Infanta Dona Sancha, nascida a 2 de Fevereiro de 1264 (faleceu com cerca de vinte anos)

Infanta Dona Maria, nascida em Fevereiro ou Março de 1265 (faleceu com pouco mais de um ano)

Infante Dom Vicente, nascido a 22 de Janeiro de 1268 (falecido ainda criança)

Infante Dom Fernando, nascido em 1269, falecendo pouco tempo depois.

 

 

publicado por Cristina Torrão às 10:41

04
Jan 16

Vila_Real_brasão.gif

 

 

 

Wikipedia

 

 

 

 

 

 

Faz 727 anos que Dom Dinis fundou a Vila Real (hoje, cidade), logo lhe concedendo foral. Na medieval terra de Panóias, existia uma outra cidade, Constantim, que acabou por decair. O pai de Dom Dinis, Dom Afonso III, tentou desenvolver a região, concedendo foral e direitos reais sobre a terra de Panóias, mas o povoamento não se deu. Dom Dinis empenhou-se em renovar o malogrado plano, e fundou aquela que se tornaria uma grande cidade.

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Vila Real

 

 

 

À altura da sua fundação, Vila Real foi doada a Dona Isabel.

 

Hoje verifica-se igualmente o 768º aniversário da morte do rei Dom Sancho II, tio de Dom Dinis, no seu exílio em Toledo.

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Dom Sancho II

 

 

 

 

Incapaz de impor a ordem no reino, Sancho II foi afastado do trono pelo seu irmão mais novo Afonso. O caos que se verificava em Portugal levou uma delegação portuguesa a França, onde vivia o infante Dom Afonso, feito conde de Bolonha, por casamento com Matilde de Bolonha. A delegação portuguesa, composta de clérigos e nobres, foi pedir ao conde de Bolonha que intercedesse na situação portuguesa, exigindo justiça e a imposição da ordem no reino. Jurou-lhe obediência, em Paris, a 6 Setembro de 1245, depois de, a 24 de Julho, o papa Inocêncio IV ter emitido a bula Grandi non immerito, que ditara a deposição de Sancho II, aí considerado rex inutilis.

Afonso III.jpg

 

 

Dom Afonso III, na Viagem Medieval da Terra de Santa Maria 2015

 

 

 

O futuro rei Dom Afonso III jurou respeitar as liberdades da Igreja, mas, durante o seu reinado, envolveu-se numa série de conflitos com o clero, que culminaram com o interdito em Portugal, lançado pelo papa Alexandre IV em Maio de 1255. Este papa também acusou Afonso III de adultério e incesto, numa bula de Abril de 1258, exigindo a restituição do dote a Matilde de Bolonha, a consorte ignorada pelo rei português, que casara entretanto com Beatriz de Castela, filha de Afonso X o Sábio. A situação era complicada, mas Matilde acabou por morrer ainda nesse ano de 1258.

publicado por Cristina Torrão às 15:04

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As minhas informações sobre Dom Dinis são baseadas na biografia escrita pelo Professor José Augusto de Sotto Mayor Pizarro (Temas e Debates 2008)
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